Moda

Confira os desfiles mais comentados do SPFW

21 de março de 2017

Veja quais foram os desfiles mais comentados do SPFW a seguir:

A La Garçonne

“A volta da caveira, figura que sempre foi associado à grife que Herchcovitch fundou; homens de saia, a influência da lingerie, símbolos fetichistas, o trabalho com xadrez e renda, os sapatos pesados. Foi muito instigante – sem nostalgia – rever esses símbolos de vida da carreira de Alexandre, transportados para o mundo da À La Garçonne. A contribuição de Fabio, grande pesquisador de imagens e conectado com o universo vintage e esportivo, é obviamente fundamental na construção dessa marca, que tem como um de seus ícones o desenho da corda, que representa vínculo e união – inclusive, Fábio tem “a” corda da ALG tatuada no pulso há muito tempo.”

LAB

A LAB, marca de Evandro Fioti e Emicida, trouxeram para a passarela uma moda street com influências do samba dos anos 30 e 40! A persona criada para a coleção é a de um menino, skatista, que usa as roupas da LAB e ouve rap. Ele herda um guarda-roupa do seu avô, um sambista dos anos 30.

A. Niemeyer

A marca A.Niemeyer fez sua estreia no SPFW, mas já existe há 10 anos, tem duas lojas (shopping Iguatemi, em SP, e Design Leblon, no Rio), além de pontos em multimarcas.

Fundada pelas amigas de escola Fernanda Niemeyer e Renata Alhadeff, a marca trabalha com uma proposta baseada em três valores: simplicidade, conforto e sofisticação. “Queremos passar uma sensação de bem estar”, conta Fernanda.
Shapes amplos em calças e mangas, cuidado na escolha dos tecidos, como das peças feitas em teares no Peru e preferência por fibras naturais como seda, algodão e linho confirma a proposta de conforto da marca.

João Pimenta

Uma série de homens, meninos quase-anjos, muitos com cabelos brancos e tons pastel, entrou na passarela e trouxe um lirismo, um romantismo tão sob medida pra hoje. “Geralmente eu penso muito nas minhas vontades, hoje eu pensei nas dos outros, como a vontade de cores claras, materiais mais leves, verão. Por isso estou diferente”, contou o estilista após o desfile para o FFW. “Geralmente eu carrego mais, deixo mais pesado”, explica. A mudança marca um processo de transformação do estilista que olha agora para direções globais de gosto.

A modelagem é bem “no gender”, como falou o estilista, que não pensou mesmo em gêneros, e é bem provável que a coleção toda agrade a meninos e meninas. Saias plissadas, as amadas peças oversized, jaquetas bomber, camisões.

Informações retiradas de FFW

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